Em Vila Real cumpre-se o segundo de três dias de corridas. Esta é a terceira jornada de Racing Weekend, que pontua para o Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos (CPVC), Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos 1300 (CPVC 1300), Campeonato de Portugal de Velocidade Legends (CPVL) e é a segunda jornada de 2018, do Campeonato de Portugal de Velocidade Turismo (CPVT), TCR Portugal e Supercar, que correm juntos.

Pedro Salvador (Seat Leon Cupra TCR) dominou a prova de CPVT – TCR Portugal, que ficou marcada pelo enorme duelo travado entre Rafael Lobato (Peugeot 308 TCR) e Armando Parente (VW Golf GTI TCR) e em que os pneus dianteiros do carro alemão ditaram o resultado.
Nos Supercar a vitória foi para Pedro Lisboa (VW Golf R35) venceu depois de conseguir levar, a custo, a melhor sobre Paulo Martins (Nissan 350 Z) e Joaquim Santos (Seat Leon Eurocopa)

Já no CPVP, Luis Barros arrancou na frente, mas Macedo e Silva estava apostado em não ser segundo. Pressionava e quase no fim da primeira volta assumia a o comando. Depois, os dois Porsches na frente afastavam-se da concorrência.

Joaquim Jorge e Rui Azevedo ficavam a discutir o terceiro posto, numa luta de Ford Escort´s RS1600. Lá mais atrás vinha outro Escort, o de Rui Costa. Macedo e Silva, numa dobragem falhou uma chicane, Barros aproveitou para ganhar algum do tempo. Algo não estava bem no Porsche 930 Turbo, pois a roda traseira esquerda rodava no paralamas.

Ponto de interesse era, como já é hábito, a luta pelos H71, com os homens dos Lotus Elan, Joaquim Soares e Filipe Matias a serem os protagonistas de uma luta interessante de seguir. No Grupo 5 as coisas eram semelhantes. Rómulo Mineiro (Ford Escort RS2000) defendia-se de Alexandre Guimarães (Lotus Elan).

Com a corrida a meio, era necessário entrar o safety car. Primeiro era o tête do Karmann Ghia de João Carlos Vieira, Macedo e Silva tocava-o, gerava-se alguma confusão e o safty car entrava.

Retomada a corrida, toda a gente estava de novo a rodar de forma compacta e aluta pelos H71 terminava mais cedo do que o previsto e com ela a prova. Um toque tipo choque em cadeia provocava a “confusão”. Para evitar um embate, Joaquim Soares, atravessava-se e não conseguia evitar o Datsun 1200 de Luís Sousa e Costa, que estava a ser dobrado, Filipe Matias era apanhado pela traseira do Lotus era apanhado por um triz na confusão e a bandeira vermelha era mostrada.

João Macedo e Silva vencia e era o melhor dos H75, seguido pelo vencedor dos H81, Luís Barros. Como a corrida terminou com bandeira vermelha, a classificação atribuída foi a da volta anterior e por isso Joaquim Soares venceu os H71. Rómulo Mineiro foi o melhor do Grupo 5.

Em Clássicos 1300, Luís Alegria (Datsun 1200) voltou a dominar o panorama dos 1300. Conseguiu escapar às restantes lutas e até se foi intrometer nos Grupo 5 e H81, com um 1300 dos H75. Logo após quatro pilotos rodaram em conjunto e acabaram completamente colados, pois recorde-se que, primeiro, o safety-car e depois a bandeira vermelha, complicaram as contas de todos.

Assim, Bruno Pires (Datsun 1200) acabou foi o segundo, melhor H71, com um final de corrida de arrepiar, pois João Pedro Peixoto (Mini Cooper S) rodava a meio segundo, seguido de muito perto por Carlos Cruz (Datsun 1200) e Filipe Nogueira (Morris Mini 1275 GT). Paulo Miguel encerrou o grupo dos seis da frente.

Após o final da prova, Luís Alegria recebeu uma penalização de 40 segundos, por irregularidades de andamento, enquanto o safety-car esteve em pista. Manteve a vitória nos H75. Em Legends, começo de corrida animado nos Legends, com Vasco Barros (Mercedes 190E DTM) a começar na frente, mas antes ainda da primeira volta terminar, tinha sido batido pela concorrência, leia-se pelo pai, Luís Barros (Ford Sierra Cosworth RS500). Estes eram os comandantes, respectivamente das categorias L90 e Especial.

Paulo Sousa e António Barros, faziam uma espécie de competição monomarca com os BMW M3, mas curiosamente tinham um problema chamado Pedro Alves, que com o Citroen Saxo não descolava. Alves era simultaneamente o melhor L99/2000, à frente de José Meireles (Toyota Carina E).
Luís Delgado estava comodamente na liderança do Desafio Único FEUP3, tanto mais que entre o respectivo Alfa-Romeo 156 e o de Hélder Moura, andava o Citroen Saxo de Augusto Soares. Nos FEUP 2 Pedro Sousa tinha mais trabalho, tanto mais que Pedro Pinto, rodava quase para-choques de Fiat Punto, com para-choques de Fiat Punto.

Bandeira amarela e safty em car em pista, por duas vezes. Da primeira porque o Honda Civic de Nuno Basílio, tinha ficado parado na pista. Depois porque o Alfa-Romeo 156 de José Monteiro estava imobilizado na sequência de um toque. No retomar da prova Luís Barros recomeçou na frente. Paulo Sousa assumiu a posição, mas Vasco Barros não estava para ser terceiro e passou-o logo de seguida. Depois era a vez de “atacar” o pai e Vasco assumia a liderança da corrida e era um destacado comandante da categoria Especial.

Luís Barros vencia a L90, à frente de Paulo Sousa, que era quem ganhava a L99. Pedro Alves ainda ultrapassava António Barros, era o quarto a cortar a meta e o melhor L99/2000. Nos FEUP 3, Luís Delgado confirmou a vitória e nos FEUP 2 foi Pedro Sousa quem ganhou