Vila Real: Museu da Vila Velha celebrou 20 anos


Sem o calor humano dos anos transatos, devido ao seu encerramento temporário provocado pelos estragos estruturais motivados pela tempestade Fabian em dezembro de 2019, o Museu da Vila Velha celebrou, dia 20 de maio, 12 anos.

Anos esses repletos de sucesso, o que faz com que este Museu Municipal – tutelado pelo Município de Vila Real, seja já reconhecido, como um exemplo de promoção da cultura da nossa cidade, região e país.

O Museu da Vila Velha (MVV) nasceu como Centro de Interpretação das campanhas arqueológicas que a Polis promoveu na Vila Velha.

Da autoria de António Belém Lima, o MVV foi o vencedor, logo no ano da sua abertura, da segunda edição do “Prémio de Arquitectura do Douro” (2008), promovido pela Estrutura de Missão do Douro e pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.

Na base da decisão do júri de atribuição do prémio ao Museu da Vila Velha esteve, segundo o júri, “o reconhecimento de uma boa prática de inserção arquitectónica na paisagem urbana do Douro e, em particular, de valorização do centro histórico de Vila Real, na sequência das campanhas arqueológicas anteriormente desenvolvidas na Vila Velha. O edifício distinguido não colide com o processo de reconstituição histórica da vila, configurando, segundo o autor, ‘um volume pétreo e silencioso’ que aspira ‘a uma neutralidade arquitectónica'”.

Este Museu, além de albergar uma exposição permanente – “Vila Velha – Novas Memórias”, onde o público pode revisitar um local carregado de história – a Vila Velha – o berço de Vila Real; é, também, devido às suas grandes salas dedicadas a exposições temporárias, o local de excelência onde artistas de renome, exibem em Vila Real! É, por isso, um exemplo de dinamismo, qualidade e de grande afluência de público.

Além das exposições que apresenta, do seu dinâmico Serviço Educativo, tem também uma beleza singular ao nível arquitetónico, com grandes janelas que dão para o exterior, que permitem ao visitante contemplar verdadeiros quadros vivos do seu interior, como: a Igreja de São Dinis, a Capela de Santo António, O Esquecido, as escarpas do rio Corgo e parte da Vila Velha.

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