UTAD atribui o título de Honoris Causa a Paul Symington

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) vai conceder o título de Doutor Honoris Causa a Paul Symington na próxima sexta feira, dia 4 de outubro, como reconhecimento de mérito pela forte ligação à UTAD, pelos serviços prestados à região, pela relevância do contributo para a economia do território e o tecido empresarial, bem como pelo apoio à preservação da biodiversidade e dos ecossistemas agrários ao longo do seu percurso profissional. A cerimónia realiza-se pelas 15 horas, na aula magna da UTAD.

A propósito desta distinção, o reitor referiu que Paul Symington tem sido o rosto de uma empresa familiar com sucesso na era da globalização, um exemplo de crescimento, de consolidação da marca e da criação de valor.

Acrescentou o reitor que Paul Symington, ao longo da sua carreira, tem mostrado como a tradição secular do Douro pode coexistir com a mais avançada enologia. Mas também um exemplo no apoio a causas sociais e ambientais, tendo destacado o programa que promoveu com a UTAD de atribuição de bolsas a estudantes que se têm distinguido na área do vinho e da vinha e ainda em programas de biodiversidade, salientando o projeto de preservação do Bufo Real.

O percurso profissional de Paul Symington, mostra que tem como causa profunda da sua vocação a terra: o Douro! A força de Paul Symington teve o mérito de ajudar a colocar o Douro e o vinho do Porto na primeira linha dos vinhos mundiais.

A galeria de doutores honoris causa da UTAD inclui personalidades ímpares da cultura, da ciência, do mundo empresarial, mas também figuras com uma forte ligação à região de implantação da Universidade e, em particular, ao Douro: Valente de Oliveira (2013) pelo papel no PDRITM e na navegabilidade do Douro; Braga da Cruz (2015) pelo papel no desenvolvimento económico, social e patrimonial; Miguel Cadilhe (2017) pela dinamização da candidatura do Douro Património Mundial; os enólogos João Nicolau de Almeida (2015) e Francisco Olazabal, enquanto empresários inspiradores de uma nova geração de enólogos que têm projetado o Douro internacionalmente. No ano passado atribuiu a uma figura impar da cultura e do Douro, Agustina Bessa Luiz (2018), cujo olhar está associado ao de outro doutor da UTAD, Manoel de Oliveira (2012).

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