Oposição e Tribunal de Contas com dúvidas sobre nova empresa intermunicipal de água

Após o a divulgação, por parte de Carlos Silva, representante da EMAR, da missão e dos objetivos a atingir pela empresa Águas do Interior Norte, uma nova empresa intermunicipal cujo processo está, neste momento, em análise no Tribunal de Contas. Joana Rapazote, membro da concelhia do CDS-PP, adiantou à Universidade FM que concorda com as ideias da empresa, no entanto, classifica os estudos realizados como desatualizados e inviáveis: “Por que é que estamos a fazer os estudos com base em 2015? Eles têm de ser atualizados, têm de ser recentes! Com a capitação, com a evolução, com a população demográfica, porque o abastecimento de água depende do número de pessoas e do consumo. O que é que dizem os sistemas demográficos, isso foi tido em conta, não foi tido em conta?”, argumentou.
Segundo a mesma, esta nova empresa, que vem substituir a Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro, prevê-se uma diminuição do consumo de 16% devido a um aumento da tarifa que não se justifica e, para além disso, planeia um aumento de 15% na taxa de cobertura do saneamento que “a própria ERSAR” questiona, pois vai afetar a vida dos cidadãos num período de 50 anos.

Notícia completa na edição nº 662, já nas bancas.

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