Município de Vila Real consigna obra nos percursos naturais do Parque Corgo

O Município de Vila Real, consignou, no passado dia 28 de outubro, a construção de percursos naturais no Parque Corgo. Este investimento orçado em 480 mil euros visa “permitir a ampliação do próprio Parque Corgo para jusante, permitindo, assim, que os cidadãos possam usufruir em segurança das belíssimas escarpas do nosso Rio Corgo”. “Estes percursos permitirão ligar as duas margens da cidade através de um espaço verde urbano de eleição, que é o Parque Corgo e também ligar o centro da cidade ao maior jardim ibérico, o Eco Campus da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro”, frisou Rui Santos, presidente da Câmara Municipal de Vila Real.

Para tal, serão recuperados percursos antigos e criadas novas passagens, através dum passadiço de Madeira, nas escarpas do Corgo, e duma ponte metálica, perto da antiga Centra do Biel. Ações que se querem as menos invasivas possível.

Para além disso, será construída a ligação dos percursos naturais do Parque Corgo ao centro da Cidade, através da Avenida 1º de Maio e do Quelho do Frontouro. Uma intervenção que rondará os 100 mil euros “sem qualquer tipo de apoio comunitário e recorrendo apenas ao orçamento municipal”.

No total, o percurso terá cerca de 7 km e o término da obra está previsto dentro de 240, a contar da data da consignação. 

De relembrar que a conversão museológica da primeira central hidroelétrica de serviço público do país, a Central do Biel, está em andamento. Uma intervenção que estabelece uma parceria entre o financiamento público e mecenas privados e que, segundo o presidente da Câmara Municipal de Vila Real, devolverá um “importante acervo da história industrial aos cidadãos”. Neste momento, a intervenção está a aguardar a aprovação da CCDR-N, mas o executivo municipal está convicto de que, brevemente, avançará para um concurso público. 

Com estas intervenções, “o Município de Vila Real reforça a sua aposta na Biodiversidade, disponibilizando, em pleno centro da cidade, o acesso a um ambiente natural único que os Percursos Naturais ião evidenciar, e permite reforçar a sensibilidade dos cidadãos para a necessidade da preservação da natureza”, frisou Rui Santos, adiantando que este percurso de 7 km necessitará duma boa preparação física por parte dos caminheiros. 

CR

Partilhar:

Menu