Em nome da Diocese de Vila Real, onde nasceste, cresceste, estudaste e serviste, como distinto formador de sacerdotes e leigos, que tanto te admiram, venho felicitar-te e dizer que a notícia foi recebida, com gratidão e enorme júbilo, entre nós. Ainda ontem, por ocasião dos Crismas, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Vila Real, onde foste ordenado bispo, a 11 de Fevereiro de 2001, estando também presente o nosso conterrâneo bispo D. António Montes Moreira, ao comunicar, no início da Eucaristia, aos fiéis e aos sacerdotes a notícia, todos rejubilaram, rezaram por ti e continuam a associar-se à alegria geral da Igreja Diocesana, que te preza, te admira e te deseja os melhores êxitos e a protecção de Deus, no serviço, que és chamado a prestar à Igreja e ao nosso querido Papa Francisco, como Cardeal da Santa Igreja Católica e Romana.

Recordo, com reconhecida gratidão, e agradeço a Deus o nosso passado comum, nas aldeias contíguas, onde nascemos, no Seminário de Vila Real e em Roma e recordo, com afecto e reconhecimento o teu pai e a tua querida mãe, professora, em Tronco, que me examinou, na terceira classe. Ao analisar o teu percurso e ascensão apraz-me concluir, em género de oração e exortação litúrgica, pedindo ao Senhor que se digne completar o que em ti começou.

Muitos me pedem para te saudar, muitos se sentem orgulhosos do transmontano que o Senhor chamou a servir em Leiria – Fátima e o Papa Francisco, agora, chamou a servir mais de perto, pedindo-te redobrado conselho, fidelidade e intervenção, simbolizadas na púrpura que não é teatro de vaidades, mas convicto testemunho até ao martírio.

Meu caro Cardeal Eleito António Marto, que Deus te proteja, te defenda e ilumine. Saúda-te, com muito afecto e enorme jubilo, o bispo irmão e amigo, juntamente com os amigos Padres, Diáconos, Religiosos e Fiéis deste recanto transmontano, para cá do Marão, onde recebeste a vida e a fé, junto com o leito materno e os ares destas terras.

Vou tentar equacionar a possibilidade de estar contigo, em Roma, dia 29 de Junho.

Crê-me sempre amigo e dedicado, em Cristo.

+ Amândio José Tomás, bispo de Vila Real

 

 

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