Decorreu no passado sábado 2 de junho, o Jantar de Tomada de Posse dos órgãos do PSD Vila Real, perante a presença de José Silvano, secretário-geral do PSD.

O novo presidente da comissão política do PSD Vila Real, Vasco Amorim, realçou na sua intervenção aos militantes e simpatizantes presentes que “este mandato que se inicia é mais um exercício de cidadania e de serviço a Vila Real para todos”, acrescentado ainda “um esforço de uma equipa baseada na diversidade e unida em torno de valores e ideias em prol da comunidade”.

Vasco Amorim, destacou ainda que “o PSD tem uma história feita de respeito pelos agentes sociais e hoje como sempre pretende desenvolver a comunidade do ponto de vista social, económico e cultural, promovendo a capacidade de fazer com criatividade e ajudar as instituições a agir em liberdade e independência”, referindo ainda que “esta forma de estar é muito diferente da praticada por outros partidos que, mal se instalam no poder, procuram controlar, interferir em associações, clubes e empresas, subtraindo a sua autonomia, e procurando manipular os seus destinos com ameaças de retirarem apoios legítimos, procurando instalar a ditadura da subsidio-dependência com comando político.”

Por sua vez, Miguel Esteves, o novo presidente da Assembleia de Secção, referiu na sua intervenção a importância de “ter um PSD forte, para que tenhamos uma melhor democracia no nosso concelho”, acrescentando que “é isso que os Vila-realenses esperam de nós e sei que esta equipa, poderá concretizar esse objetivo”.

O recém-eleito secretário-geral do PSD, natural da freguesia de Abaças, Vila Real, foi pragmático na sua intervenção, focando a sua mensagem na estratégia nacional do PSD para os próximos embates políticas.

José Silvano, referiu que “PSD está empenhado em mostrar que se pode fazer política de forma diferente e que pode ganhar o próximo ciclo eleitoral de eleições europeias, legislativas e autárquicas”, destacando, para tal, a criação do Conselho Estratégico Nacional (CEN) e a “forte mobilização que está a gerar nos nossos militantes e na restante sociedade civil”. Acrescentou ainda que “estes trabalhos irão fomentar o debate na sociedade e ajudarão o PSD a construir um programa de realista e não de fantasia”.