Diocese de Vila Real apresenta Plano Pastoral 2020/2021


A Diocese de Vila Real apresentou o Plano Pastoral 2020/2021 que estará subordinado ao tema “Aprofundar Raízes”. De salientar, também, que este plano pastoral, para o próximo ano, terá um significado especial, dado que é o primeiro ano do triénio em que é celebrado o centenário da diocese de Vila Real. Razão pela qual este ano será “preparatório” neste triénio de comemorações.

Segundo D. António Augusto Azevedo, Bispo de Vila Real, este plano “é um instrumento fundamental para dinamizar a vida das comunidades” que é realista e tem em conta a situação pandémica atual. Pressupondo, assim, uma adaptação à mesma.

Neste ano pastoral, a comunidade diocesana é desafiada a “aprofundar as raízes”, baseando-se em três objetivos: mergulhar nas raízes da Igreja diocesana; valorizar os meios telemáticos na vida pastoral e implementar a mensagem da Carta encíclica Laudato Si’. Este “mergulho” na Igreja diocesana, segundo o Bispo de Vila Real, será fundamental para “saber quem somos”, proporcionando, assim, um crescimento estável e “sustentável”.

No que diz respeito ao símbolo, a escolha direcionou-se para a árvore, representativa da paisagem transmontana que, segundo o Padre Manuel Queirós, representa o “labor do nosso povo”, ao mesmo tempo que é um símbolo natural bíblico.

Plano tem em especial atenção as pessoas mais frágeis

Além do estabelecido para este ano, devido à pandemia, D. António Augusto Azevedo realçou que este plano terá uma especial atenção e cuidado com as pessoas mais frágeis, promovendo o reforço das redes solidárias. “Atendendo a esta situação em que estamos, tudo aquilo que já deveria ser uma preocupação normal e habitual, terá de ser reforçado, seja ela pessoal, institucional ou comunitária. Muitas vezes, reduzimos a ajuda à sua dimensão institucional, o seu papel é muito importante, mas tudo isso tem de ser reforçado numa atenção das comunidades, no mundo rural, mas também no urbano, tendo em atenção quem está só e que precisa de ajuda. É importante que as comunidades se dinamizem para não deixar ninguém para trás”, concluiu D. António Augusto Azevedo. 

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