Crise na Quercus: João Branco apresenta queixa para “repor a verdade”

Recentemente, foi criada uma petição on-line para a demissão do atual presidente da Quercus, Paulo do Carmo. Uma iniciativa se baseia nas últimas declarações e decisões que o atual presidente da Quercus (que substituiu, no cargo, o vila-realense João Branco) tem tomado relativamente à Península de Tróia, à Quinta de Braamcamp e ao aeroporto do Montijo que têm “manchado” a imagem da Quercus. 

Hoje, a petição conta com 346 assinaturas, contudo o presidente da associação ainda não de demitiu, defendendo que esta iniciativa só pretende impedir a conclusão da auditoria à gestão da Quercus. “Este é um Golpe de Estado para abafar uma auditoria e a venda dos terrenos de que a associação é prioritária no Tejo Internacional”, disse Paulo do Campo ao jornal o Público. 

João Branco, tesoureiro da Quercus e anterior presidente nacional da associação ambientalista, foi acusado de ser o “guia” da petição, porém, afirmou não estar envolvido com a mesma e duvida que tenha sido “alguém da direção”. 

O antigo presidente declarou ainda ao Público que Paulo do Carmo “ficou muito mal na fotografia”, devido às decisões que tomou relativamente ao aeroporto do Montijo, ao projeto de Zara em Tróia, acrescentando que “a direção da associação desconhecia o seu envolvimento na aprovação deste projeto em Grândola”.

Quanto à acusação da sua interferência na auditoria, João Branco nega-a, declarando que a decisão desse processo foi votada “favoravelmente por toda a direção”, ele (João Branco) incluído, e que já pediu a ata da reunião em que consta essa decisão ao presidente. No entanto, atá à data, não lha enviou.

Relativamente à acusação sobre o seu alegado interesse na venda dos terrenos no Tejo Internacional, João Branco adianta que já apresentou queixa para que “a verdade seja reposta”. 

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