Conselho Presbiteral da Diocese de Vila Real prepara novo ano pastoral online


Decorreu, no passado dia 25 de junho, a 89ª Assembleia do Conselho de Presbíteros, por via digital. Teve como temas centrais, em primeiro lugar, a partilha e avaliação pastoral em tempos de pandemia, o impacto das novas tecnologias e as alterações a implementar no futuro e, em segundo, a apreciação do programa do Centenário da Diocese e do plano pastoral 2020 – 2021.

Antes destes pontos da agenda, o Senhor D. António Augusto, Bispo de Vila Real, referiu o esforço do clero diocesano para animar as comunidades que lhe estão confiadas, bem como das comunidades em se servirem dos meios telemáticos para a Pastoral. Também se congratulou pelo modo eficaz e responsável como na diocese foram acolhidas e implementadas as recomendações da Conferência Episcopal Portuguesa relativas à retoma do culto público. Em seguida, olhando para o próximo ano pastoral elencou três características essenciais do Plano Pastoral em análise: ser simples, aberto e flexível. Depois destas palavras introdutórias tomaram da palavra os conselheiros.

No primeiro ponto de partilha, acerca do impacto e uso dos meios telemáticos durante os últimos meses, foi unânime a avaliação positiva das suas potencialidades e utilidade neste tempo de confinamento e pandemia que vivemos para promover a proximidade e acompanhamento às comunidades. Porém, houve também a consciência dos riscos de desumanizarmos a nossa missão e ministério, sendo necessário um equilíbrio no seu uso e no explorar destes meios. Também se referiu a necessidade de haver alguma formação para clérigos e agentes da pastoral para melhor uso destas vias digitais na vida pastoral.

No segundo ponto da agenda, relativo ao debate do programa do centenário da diocese e do programa pastoral para o próximo ano, o Pe. Manuel Queirós, Vigário da Pastoral, começou com a apresentação dos três objetivos para este ano pastoral: primeiro, mergulhar nas raízes da Igreja diocesana que, ao celebrar o centenário, nos projetam para o futuro; em segundo, valorizar os meios telemáticos na vida pastoral do presente e do futuro; e terceiro, proporcionar o conhecimento, a divulgação e a implementação da mensagem da Carta encíclica Laudato Si. Alguns conselheiros apresentaram propostas, com especial enfoque na valorização da referida Encíclica, que tem uma boa base científica, como a valorização da riqueza natural da nossa Diocese, no sentido de explorar todas estas potencialidades num novo paradigma de pensar uma ecologia integral entre nós.

A assembleia terminou com a oração e o agradecimento de D. António Augusto a todos os conselheiros, pela presença e partilha nesta reflexão conjunta e sinodal.

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