No âmbito do projeto CRASBASTO – “Evolução arquitetónica, organização do espaço, cultura material e contexto paleoambiental da estação arqueológica do Crastoeiro, Mondim de Basto (Norte de Portugal)”, aprovado pela Direção Geral do Património Cultural e financiado pelo Município de Mondim de Basto, teve início no dia 3, prolongando-se até 27 de julho, a XVª Campanha de Escavações Arqueológicas no Crastoeiro, em Mondim de Basto.

Com a duração de 4 anos e o envolvimento da Universidade do Minho, do Museu D. Diogo de Sousa, de Braga e de especialistas da Universidade Fernando Pessoa e do InBio-CIBIO, da Universidade do Porto, o projeto, coordenado por António Pereira Dinis – coadjuvado pelos arqueólogos José Ribeiro, Mário Dinis e Luís Loureiro – pretende concretizar um conjunto de ações que irão permitir melhorar as condições de visita ao local, nomeadamente através da valorização das arquiteturas escavadas, com definição de um percurso interno de visita, da colocação de sinalética informativa adequada, da melhoria do acesso pedonal e da preparação de um espaço/parque para estacionamento automóvel.

Os trabalhos em desenvolvimento, que integram 10 alunos da Licenciatura em Arqueologia da Universidade do Minho, incidem em locais previamente prospetados, onde foram detetadas diversas estruturas de pedra que a equipa pretende agora resgatar.

A autarquia tem já em desenvolvimento um projeto de requalificação da envolvente do Castro Crastoeiro. A proposta visa sobretudo dotar o Lugar de dispositivos arquitetónicos que permitam explicar bem e facilitar a sua visitação.