Abatimentos em Jales: deputados acusam Estado de “inércia”

Em abril de 2020 vai fazer cinco anos que o município aguiarense informou o Estado português do primeiro registo de abatimento de solo na zona das antigas minas de Jales.

A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar só recebeu resposta da DGEG – Direção Geral de Energia e Geologia na sequência de um segundo abatimento registado em fevereiro de 2018, através da realização de uma visita técnica conjunta dos serviços municipais e da EDM – Empresa de Desenvolvimento Mineiro.

Em 2019, os abatimentos multiplicaram-se. A EDM classificou a situação de «elevada complexidade» e «elevado risco por se localizar numa zona habitacional». A 22 de novembro dá-se um novo abatimento na EM1172-1 e, por razões de segurança, o Município foi obrigado a fechar o troço afetado que atualmente se encontra encerrado penalizando o dia-a-dia de pessoas em Jales.

A Assembleia Municipal reuniu a 20 de dezembro e aprovou a moção “Abatimentos de solo junto à exploração das antigas minas de Jales” em que todos os deputados lamentam a «inércia» da DGEG no processo e questionam sobre os procedimentos prometidos, nomeadamente os estudos técnicos e ensaios de suporte que fundamentarão a realidade do problema por forma a encontrar a devida solução.

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