5ª Força Nacional Destacada realiza aprontamento no RI 13


Está a decorrer, no Regimento de Infantaria nº 13, o aprontamento da  5ª Força Nacional Destacada da Resolute Support Mission para a missão em que atuará como Força de Reação Rápida, integrada no Base Force Protection Group, contribuindo para a segurança do Aeroporto Internacional Hamid Karzai, em Cabul,  no quadro das missões da NATO, no Afeganistão. “As nossas tarefas serão no âmbito da segurança e da reação a incidentes na estrutura do aeroporto internacional, como, por exemplo, entrada de insurgentes através de ameaça explosiva. Com as nossas forças, garantiremos que essa ameaça não entrará dentro das infraestruturas, expulsando-a, combatendo-a e criando outra vez condições de segurança” explicou o Major de Infantaria vila-realense, Daniel Carvalho Gomes, Comandante da 5ª Força Nacional Destacada.

 No total, esta Força de Intervenção Rápida é constituída por 154 militares da Brigada de Intervenção, entre os quais 11 mulheres, e mais 16 militares do Elemento de Apoio Nacional que também integram esta missão.

De sublinhar que o Nacional Support Element, constituído por 16 militares; seis oficiais, seis sargentos e quatro praças, presta apoio administrativo e/ou logístico aos militares que estão no teatro de operações. “Para além da Quick Reaction Force, também facultamos apoio a mais militares portugueses que se encontram no teatro de operações do Afeganistão, num total de 187 militares”, especificou Ivo Pereira, Comandante do 5º Nacional Support Ellement. 

Aprontamento realizado no RI13 interrompido pela Covid-19

A preparação para esta missão decorreu no Regimento de Infantaria nº13 (RI13) e teve início  em novembro de 2019, no entanto, em março, devido à pandemia de Covid-19, os militares tiveram de entrar em isolamento domiciliário, regressando à atividade em maio. Para além disso, a Covid-19 implicou uma preparação e sensibilização adicional para prevenir os casos de Covid-19. “Todos os aprontamentos são rigorosos e exigentes, mas este teve uma particularidade, a pandemia. Tivemos de nos adaptar, refazer as infraestruturas, o modo de comunicar e trabalhar no dia a dia implementado as medidas que foram recomendadas pela Direção-Geral da Saúde e pelos órgãos competentes do exército para que nós pudéssemos manter o potencial humano”, explicou Ivo Pereira. 

Notícia completa na Edição nº 717, amanhã nas bancas.

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