Terapeutas ajudam pacientes a “encontrar” a Voz

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Quem usa a voz como ferramenta de trabalho, como atores, cantores, locutores, professores, vendedores ambulantes, recepcionistas, entre outros, tem que ter cuidados acrescidos para que de um momento não necessite de cuidados médicos.

Sónia Santos é educadora e tem uma disfunção orgânica devido à má colocação de voz. Está há um ano a ser tratada no Hospital de Vila Real, no Serviço de Medicina Física e Reabilitação.

“Tinha uma voz rouca, falava muito alto e muito rápido”. Com a terapia reaprendeu a “colocar melhor a voz, a falar mais devagar e a hidratar constantemente a garganta para não secar e para que a voz saia muito melhor”. Sónia Santos contou que lidar com muitas crianças pequenas exigia dela grande esforço vocal. E quando começou a ficar rouca, principalmente ao final do dia desconfiou que algo se passava. “Sentia uma grande tensão muscular e aí recorri ao médico que me reencaminhou para a fisiatria”. Iniciou os tratamentos de Terapia da Fala e mais tarde foi encaminhada para RPG – reeducação da postura global. A paciente sentiu grandes mudanças depois destes tratamentos. Agora consegue falar com as crianças sem ter que estar constantemente “aos gritos” e ganhou outros hábitos, como o de ter sempre uma garrafa de água por perto.

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