Pe. Max e Maria de Lurdes homenagem depois de 40 anos

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A associação politica UDP e o Bloco de esquerda homenagearam o Padre Max e a estudante Maria de Lurdes que foram assassinados há 40 anos, no dia 2 de Abril, numa curva da Estrada Nacional 2, na Cumieira. O crime nunca foi resolvido.

Foram muitas as pessoas que no passado domingo se quiseram juntar à homenagem ao Padre Max e à estudante Maria de Lurdes Correia que decorreu no cemitério de St Iria em Vila Real. Os dois foram mortos num brutal atentado bombista na Cumieira, dia 2 de Abril de 1976, na madrugada em que foi aprovada a Constituição da República.

A homenagem quis recordar as figuras de Maximino Barbosa de Sousa e de Maria de Lurdes Correia, “a sua generosidade, o seu empenhamento na construção duma sociedade nova, a sua dedicação aos trabalhadores e ao povo de Trás-os-Montes”.

O presidente da associação política UDP lembrou o Pe Max como um herói e “um dos nossos mártires”. Mário Durval frisou que o “assassinato” nunca será esquecido e lamentou ter ficado impune. “Estamos numa época em que toda a gente fala em terrorismo. Este foi um acto terrorista que ficou impune do ponto de vista da justiça”. Um crime que não foi resolvido até hoje, “os assassinos forma ilibados, porque houve testemunhos que foram dúbios”, acrescentou.

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