Olaria Negra de Bisalhães classificada como Património da Unesco

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O processo de confeção da Olaria Negra de Bisalhães acaba de ser inscrito na lista de Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

A decisão foi anunciada na reunião do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial que está a decorrer em Adis Abeba, na Etiópia, e onde se encontra uma comitiva vila-realense que integra o presidente da Câmara, Rui Santos, a vereadora Eugénia Almeida e o coordenador técnico da candidatura, João Ribeiro Silva.

A candidatura foi apresentada por se tratar de uma atividade em vias de extinção. O processo de confeção da olaria de Bisalhães, desde a preparação do barro à cozedura da louça, remonta, pelo menos, ao século XVI.

Essa classificação vem dar força ao plano de salvaguarda que está a ser implementado pela autarquia com o objetivo de dar um novo impulso à reabilitação deste património imaterial, impedir a sua extinção e aumentar a rentabilidade desta arte.

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