Músicos vila-realenses triunfam fora de portas

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Numa semana movimentada, a anteceder a Páscoa, foram vários os alunos de música vila-realenses que competiram, com enorme sucesso, por esse nosso grande país, levando longe o nome da cidade. Na cidade da Covilhã, palco do 2º Concurso Internacional de Percussão da Beira Interior, os alunos da professora Isabel Silva, David Silveira e Rafael Grilo, na categoria A, conquistaram com grande mérito, respetivamente, o 2º e 3º prémio.

Também os instrumentos de sopro, nomeadamente os saxofonistas da classe do professor Nuno Silva estiveram em ação. Pedro Miranda, Nuno Martinho, Carlos Saraiva e Leonardo Afonso, rumaram a Oliveira de Azeméis, para participarem no Concurso internacional de instrumentos de sopro «Terras de La Salette» 2017. Mais uma vez, Vila Real deve congratular-se com o 3º Prémio, na categoria juvenil, do Nuno Martinho, sendo que o Leonardo Afonso arrecadou, também, o 3º Prémio, na categoria júnior.

Para terminar em grande, a Cidade Invicta, mais concretamente a casa do Coro da Sé Catedral do Porto, foi anfitriã da II edição do Concurso “Prémio Ilda Moura”, que na sua 1º edição era restrita, apenas, aos alunos da Escola de Música Guilhermina Suggia. Nesta sua verdadeira 1º edição aberta a músicos externos, o concurso contou com a participação de alunos de diferentes instrumentos, nomeadamente piano, guitarra, violino, viola d’arco, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, oboé e canto, num formato de competição de todos contra todos.

A professora de Viola D’arco, Alice Neves, inscreveu a Leonor Esteves Mendonça, no escalão A, o Eduardo Couto de Moura e a Maria João Esteves Mendonça, no escalão C, e a Lia Rafaela de Marcos e Melo no escalão E. Os três primeiros referidos, nesta sua primeira competição, não obstante a sua garra, e preparação técnica, não alcançaram a classificação que almejavam, porquanto os adversários eram fortíssimos.

No entanto, mais uma vez, a violetista Lia Rafaela de Marcos e Melo, com apenas 15 anos, a competir no escalão E (dos 16 aos 19 anos) ganhou, com distinção, o 1° prémio, recebendo rasgados elogios do júri, que reconhecendo a sua superioridade, frente aos demais, decidiu não atribuir o 2° prémio neste escalão.

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