Bienal da Gravura – 17 exposições, 1300 obras e 604 artistas

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A Bienal Internacional de Gravura do Douro, inaugurada na passada quarta-feira, em Alijó, tem 1.300 gravuras, de artistas de 70 países, espalhadas por seis concelhos. A escolha do homenageado recaiu sob Júlio Pomar. “Era inevitável, dada a dimensão que representa, não só na gravura mas também nas artes plásticas, moderna e contemporânea portuguesa”, disse Nuno Canelas o director e curador da Bienal.

Todos os espaços culturais de “maior relevo da região” recebem uma exposição da bienal, como já vem sendo hábito. São 17 exposições espalhadas pelos concelhos de Alijó, Chaves, Bragança, Peso da Régua, Sabrosa, Vila Real. Na capital de distrito é possível ver as obras no Teatro de Vila Real e no Museu da Vila Velha.

As exposições vão ocupar espaços como a quinta do Portal, a igreja matriz de Alijó, museus, teatros, bibliotecas e espaços culturais como o Miguel Torga, em São Martinho de Anta (Sabrosa).

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