Associação dos Arqueólogos preocupada com Parque Arqueológico do Côa

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A Associação dos Arqueólogos Portugueses (AAP) está preocupada com a situação do Parque Arqueológico, Museu e Fundação do Côa, que enfrenta dificuldades financeiras devido ao corte de cinquenta por cento do seu orçamento, nos últimos anos.

A AAP foi recebida em Lisboa, em audiência, pelo ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, na última semana, a quem comunicou as principais preocupações relativas ao setor, de acordo com um comunicado enviado à agência Lusa.

Na segunda-feira, o ministro da Cultura esteve em Vila Nova de Foz Côa, onde afirmou que o Governo vai manter o modelo de fundação para a gestão do Parque Arqueológico e do Museu e do Côa, embora sujeito a uma “profunda restruturação”.

Nas duas últimas audições, em que o atual ministro da Cultura foi questionado pelos deputados da comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, sobre esta matéria, a tutela garantiu que serão preservados os direitos dos trabalhadores e que está ser estudada uma solução para a Fundação Côa com os outros parceiros.

O capital social da Fundação está distribuído pela Direção-Geral do Património Cultural, a Agência Portuguesa do Ambiente e do Turismo Porto e Norte, a Câmara de Vila Nova de Foz Coa e a Associação dos Municípios do Vale do Côa.

 

 

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