Os novos corpos sociais da Associação de Paralisia Cerebral de Vila Real (APC VR) pretendem “apostar em projetos inovadores” bem como “alargar as respostas socias” para o quadriénio 2018-2021.

 

A Associação de Paralesia Cerebral de Vila Real (APCVR) quer “alargar as respostas sociais: lar residencial e o centro de atividades ocupacionais” de modo a satisfazer as necessidades dos cuidadores dos utentes de toda a instituição, bem como “apostar em projetos inovadores com a criação do Centro de Apoio à vida Independente”, adiantou Jorge Faustino.

O atual presidente da instituição acrescentou ainda que “a motivação de todos os colaboradores da associação é fundamental para tratar todos os utentes com humanidade” e reforçou ainda que “a otimização da parte dos recursos humanos bem como a estabilidade económica” são prioridades para este mandato.

A organização neste momento tem 65 postos de trabalho internos e quer “caminhar para projetos que apostem na divulgação e imagem da instituição, para que haja mais interação entre os 350 utentes atuais e a sociedade, com vista à sua integração”, sublinhou Jorge Faustino.

Nesse sentido, a associação tem como principal missão apoiar e incluir doentes com Paralesia Cerebral, “atua até ao momento nomeadamente no distrito de Vila Real e pretende agora alargar a sua área de intervenção para o distrito de Bragança”. O presidente foi ainda mais longe e garantiu que pretende ainda “realizar vários projetos em pareceria com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro na área da inovação que pretendem implementar na cidade de Vila Real.”

Os novos órgãos socais da APCVR foram eleitos a 15 de dezembro de 2017, e tomaram posse dia 15 de janeiro de 2018.  A nova equipa diretiva agora liderada pelo Engenheiro Jorge Faustino, sucede a Carlos Varela Rodrigues, presidente daquela instituição durante os últimos 12 anos, num evento que contou com a presença de todos os utentes e colaboradores da instituição bem como os novos órgãos sociais da Assembleia Geral, liderada por Carlos Varela Rodrigues, pelo Conselho Fiscal, liderado por Eduardo Rodrigues e por toda a direção que promete manter todos os postos de trabalho da instituição numa organização que presta serviço a cerca de 350 utentes.

Daniela Sol

 

 

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