António Silva é candidato a reitor da UTAD

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António José Silva, professor catedrático, apresenta amanhã, dia 2 março, no Museu da Vila Velha, em Vila Real, pelas 16 horas, a sua candidatura a Reitor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) para o quadriénio 2017-2021.

Foi vice-reitor para a Ciência, Tecnologia e Inovação da UTAD entre 2013-2016. Os objetivos passam pelo aumento de estudantes, incremento da investigação para níveis de referência nacional e internacional, estabelecimento de novas fontes de financiamento para a Universidade

“Candidato-me porque, fazendo parte da UTAD desde 1988, quer como aluno, quer depois como docente, investigador e como dirigente, acredito que posso contribuir para a concretização de uma ideia de Universidade moderna, sensível aos desafios atuais sem renegar a sua história e, acima de tudo, agregando o nosso maior potencial que são os recursos humanos num projeto coletivo onde todos se possam sentir integrados. Acredito no trabalho em equipa de muitos que não depende de homens ou mulheres providenciais, mas que aproveita de todos as necessárias competências e sinergias para projetar ainda mais os destinos da nossa UTAD”, explica.

Dirigente da UTAD durante vários anos, António José Silva foi vice-reitor para a Ciência, Tecnologia e Inovação, pró-reitor para o Desenvolvimento e Internacionalização, e diretor do Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano. Desempenhou, ainda, funções como vice-diretor do 1º Ciclo, Diretor do 1º Ciclo, diretor do 2º Ciclo e Diretor do 3º ciclo em Ciências do Desporto, entre 2009 e 2013, assumiria ainda os cargos de vice-presidente e presidente do Conselho Pedagógico da Escola de Ciências da Vida e do Ambiente da UTAD.

Com este percurso de dirigente académico, António José Silva não enjeita o trabalho feito na universidade neste período, mas, ainda assim, pretende imprimir mudanças significativas no que define ser “um projeto de rutura” e que pretende enfrentar desafios determinantes no futuro da instituição.

“Não obstante e apesar de ser um projeto de rutura, pelo paradigma subjacente, não parte do princípio que o caminho está todo por fazer. Todos os que intervieram na história da UTAD são os obreiros do edificado”, reconhece o candidato.

Desafios que António José Silva, de 46 anos, cita como a redefinição da missão institucional da UTAD; governança institucional; aposta nos recursos humanos; reformulação dos estatutos da UTAD e organização em rede.

Para superar estes desafios, o candidato a reitor elenca algumas medidas: “Pretendemos uma Universidade-Fundação com 8.500 estudantes, uma investigação de referência a nível nacional e internacional, assegurar a sustentabilidade da instituição com o recurso a novas fontes de financiamento e tornar a UTAD um motor de desenvolvimento regional e de coesão social e territorial do país”. A entrega de candidaturas será a 15 de março e as eleições terão lugar a 31 de março.

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